MÚSICA

Oruam Foragido: Entenda as Violações e o Quadro de Saúde do Cantor – Saiba Tudo!

O cantor Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, é considerado foragido pela Justiça do Rio de Janeiro. A situação se agravou em fevereiro de 2026, quando a juíza Tula Corrêa de Mello determinou a retomada de sua prisão preventiva. O principal motivo para essa decisão foi o descumprimento reiterado das medidas cautelares, especificamente em relação ao uso da tornozeleira eletrônica. De acordo com relatórios da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o dispositivo registrou 66 violações, incluindo longos períodos sem sinal e falta de carregamento, o que comprometeu o monitoramento judicial do artista.

A defesa do rapper apresentou um laudo psíquico na tentativa de converter a prisão em regime domiciliar humanitário. Esse documento aponta que o cantor sofre de depressão e enfrenta sérios problemas de saúde mental, agravados pelo período em que esteve detido anteriormente. Os advogados sustentam que o isolamento do cárcere representa um risco à integridade do jovem, argumentando que as falhas no equipamento de monitoramento não foram intencionais, mas sim decorrentes de problemas técnicos ou negligência não deliberada em meio ao seu estado emocional.

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Foto/Reprodução Instagram

Apesar das alegações sobre o estado de saúde e o diagnóstico de depressão, os pedidos de substituição da pena foram rejeitados pelas autoridades. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a liminar que mantinha Oruam em liberdade após identificar que as medidas alternativas se mostraram insuficientes para garantir a ordem pública. O cantor, que responde por crimes como tentativa de homicídio contra agentes da lei e associação ao tráfico, permanece em local incerto, enquanto seus defensores buscam novos recursos jurídicos para reverter o mandado de prisão em aberto.

As acusações que fundamentam o processo contra Oruam referem-se a um episódio ocorrido em julho de 2025, no qual o cantor foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado contra policiais civis. Segundo o Ministério Público, durante uma operação em sua residência no Joá, o artista e outros indivíduos teriam arremessado pedras de grande porte — uma delas pesando cerca de 5 kg — de uma altura de 4,5 metros contra os agentes, assumindo o risco de morte sob a tese de dolo eventual. Além disso, o processo abrange crimes de associação ao tráfico, resistência qualificada, desacato e dano ao patrimônio público, baseando-se em investigações que apontam sua suposta ligação com lideranças de facções criminosas e o uso de redes sociais para incitar a população contra as forças de segurança.

Foto/Reprodução Instagram

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