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Famosos que Foram aos Atos Contra a PEC da Blindagem e o PL da Anistia neste Domingo – Saiba Tudo!

Neste domingo, 21 de setembro, manifestações contra a PEC da Blindagem e o Projeto de Lei da Anistia reuniram artistas, músicos e personalidades em várias partes do Brasil. Os protestos tiveram como objetivo criticar medidas propostas que muitos consideram como risco à democracia, responsabilidade política e à transparência. Aqui vamos fazer um panorama detalhado de quem participou, bem como os debates que esses atos levantaram.

A PEC da Blindagem é uma proposta de Emenda à Constituição que altera requisitos de investigação e responsabilização de parlamentares no Supremo Tribunal Federal (STF). Entre as mudanças previstas estão que deputados e senadores só possam ser investigados mediante autorização da maioria de suas Casas (Câmara ou Senado), com prazos de até 90 dias para apreciação ou 24h em casos de flagrante ou crimes inafiançáveis. Já a PL da Anistia é um projeto de Lei que propõe anistia ou redução de pena para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

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Manifestações foram realizadas em diversas capitais como Brasília, São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Manaus, Natal, São Luís, Porto Alegre, Recife, entre outras. Em São Paulo, o ato na Avenida Paulista reuniu cerca de 43 mil pessoas. No Rio de Janeiro, estimativas apontam para 42 mil manifestantes na orla de Copacabana.

Alguns nomes de peso participaram ou se apresentaram nos atos, como: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Djavan, Daniela Mercury, Silva, Fernanda Takai (ex-vocalista do Pato Fu) e Leoni, Otto, Marina Lima (em São Paulo), Wagner Moura esteve presente em Salvador, Marco Nanini discursou em Belém, e Nanda Costa e a percussionista Lanlan, também em Salvador.

Muitos manifestantes levantaram gritos como “sem anistia” e “Bolsonaro na prisão”. A direita reagiu com críticas aos artistas presentes, chamando de “hipocrisia” ou contestando o peso cultural e simbólico desses nomes nos protestos. E para concluir, há debate acalorado sobre o que as propostas representam em termos de separação de poderes, impunidade e impacto sobre investigações judiciais.

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