A discrição foi a palavra de ordem durante a emergência médica. Por volta das 2h, o corpo de seguranças de Bolsonaro acionou a equipe de saúde, indicando uma piora súbita em seu estado. O médico de confiança chegou minutos depois e permaneceu na residência por horas, realizando uma avaliação detalhada e aplicando o tratamento necessário. O que se sabe é que a crise está ligada a sequelas antigas, mas o diagnóstico preciso e os detalhes do procedimento seguem em sigilo, respeitando a privacidade do paciente e as orientações da família.
“Estou com minha família avaliando a necessidade de levar meu pai novamente ao hospital”, disse Carlos no X (antigo Twitter). Segundo o vereador, os sintomas chamaram a atenção pela intensidade.
A saúde de Jair Bolsonaro é um tema de constante preocupação entre seus apoiadores e a opinião pública. Desde o atentado em Juiz de Fora, em 2018, ele passou por diversas cirurgias e internações, lidando com aderências, obstruções e dores crônicas. Esta grave crise em casa apenas reforça a fragilidade de seu quadro gastrointestinal, exigindo cuidado redobrado.
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Após o atendimento de emergência, o ex-presidente foi estabilizado, e a decisão foi pela recuperação domiciliar, sob estrita vigilância. A equipe médica monitora de perto sua evolução e deve emitir um boletim oficial somente se houver uma mudança significativa. Por ora, a agenda de Bolsonaro foi suspensa por tempo indeterminado.